A Iniciativa é composta
pela soma de esforços e trabalho de países participantes e parceiros de referência.

ARGENTINA

A Argentina avançou na integração normativa e institucional da abordagem do Chagas congênito, fortalecendo a articulação entre as áreas de doenças transmissíveis, saúde materno-infantil e controle vetorial.

Principais avanços

  • Atualização do algoritmo nacional de diagnóstico e tratamento para gestantes e recém-nascidos.
  • Integração da abordagem do Chagas congênito com outras intervenções materno-infantis prioritárias.
  • Consolidação do diagnóstico sorológico em gestantes e do diagnóstico neonatal por meio de PCR.
  • Garantia de acesso ao tratamento através do sistema público.
  • Fortalecimento da vigilância epidemiológica nominal, com foco na melhoria do acompanhamento pós-parto.
Resultado de destaque: O país consolidou um marco técnico e institucional mais integrado para melhorar a detecção, o tratamento e a continuidade do cuidado de mães e bebês.

ESPANHA

A Espanha continuou consolidando o rastreio universal de gestantes como estratégia central para prevenir a transmissão vertical do Chagas em um contexto não endêmico.

Principais avanços

  • Fortalecimento do rastreio universal em gestantes.
  • Consolidação de modelos de detecção, acompanhamento e tratamento.
  • Avanço de destaque da Região de Múrcia na implementação de uma abordagem integral.
  • Uso de ferramentas sorológicas e moleculares para melhorar a qualidade diagnóstica.
  • Desenvolvimento de pesquisa operacional para otimizar o acompanhamento clínico em populações de diversas procedências.
Resultado de destaque: O país mostra como a abordagem do Chagas congênito também é prioritária em países não endêmicos, especialmente através do rastreio gestacional e do acompanhamento oportuno.

BRASIL

O Brasil fortaleceu a articulação técnica no estado do Amazonas, especialmente em Manaus, avançando para uma resposta mais integrada em um contexto territorial complexo.

Principais avanços

  • Fortalecimento da coordenação entre equipes técnicas e níveis de gestão.
  • Implementação de ações de triagem em maternidades de referência durante 2025.
  • Priorização da abordagem em gestantes.
  • Reforço do trabalho com a atenção primária.
  • Intercâmbio de experiências no âmbito da cooperação regional.
Resultado de destaque: O país avançou na construção de uma estratégia territorial para a abordagem do Chagas congênito em contextos amazônicos, onde a integração entre níveis de atenção é fundamental.

GUATEMALA

A Guatemala avançou no fortalecimento de seu Programa de Chagas com um enfoque territorial e intercultural, valorizando o papel comunitário na prevenção da transmissão materno-infantil.

Principais avanços

  • Implementação do Programa de Parteiras Tradicionais em territórios priorizados.
  • Fortalecimento do enfoque intercultural na abordagem do Chagas congênito.
  • Descentralização do diagnóstico para laboratórios subnacionais.
  • Melhoria do acesso oportuno ao diagnóstico.
  • Reforço de capacidades dos profissionais de saúde durante 2025.
  • Maior articulação territorial com acompanhamento técnico da Iniciativa.
Resultado de destaque: O país fortaleceu uma estratégia territorial que articula sistema de saúde, laboratórios subnacionais e atores comunitários fundamentais para aproximar o diagnóstico e a prevenção das comunidades.

COLÔMBIA

Conteúdo disponível em breve

HONDURAS

Conteúdo disponível em breve

EL SALVADOR

El Salvador aprofundou o fortalecimento institucional da abordagem do Chagas congênito, integrando-o a políticas materno-infantis e sistemas de informação sanitária.

Principais avanços

  • Atualização de normativas vinculadas à abordagem do Chagas congênito.
  • Integração da triagem ao programa materno-infantil Nacer con Cariño.
  • Garantia de acesso ao tratamento.
  • Consolidação de um modelo de vigilância com forte participação comunitária.
  • Avanço na digitalização integral do sistema de informação.
  • Integração de dados clínicos, epidemiológicos e entomológicos para a tomada de decisões em tempo real.
Resultado de destaque: O país avançou para um modelo institucional mais integrado, com vigilância comunitária, digitalização e articulação com a política materno-infantil.

PARAGUAI

O Paraguai consolidou capacidades operativas em vigilância, atenção clínica e controle vetorial, fortalecendo ferramentas para a tomada de decisões sanitárias.

Principais avanços

  • Fortalecimento de um sistema informatizado de monitoramento com indicadores de Chagas.
  • Análise epidemiológica em tempo real para orientar ações de prevenção e controle.
  • Continuidade da triagem universal em bancos de sangue.
  • Avanços na triagem de gestantes e no acesso ao tratamento.
  • Reforço da vigilância entomológica com participação comunitária.
  • Implementação de ações intersetoriais alinhadas com o enfoque de Saúde Única.
Resultado de destaque: O país fortaleceu uma resposta integral que combina informação em tempo real, vigilância comunitária, controle vetorial e acesso à atenção.

MÉXICO

Conteúdo disponível em breve

Avanços da iniciativa

Planejamento estratégico e cooperação regional

A auditoria do Primeiro Plano Estratégico permitiu avaliar o caminho percorrido, identificar conquistas e desafios, e orientar uma nova etapa de trabalho com foco em intervenções de maior impacto sanitário. Este processo fortaleceu a governança regional e consolidou a Iniciativa como um espaço de cooperação entre ministérios da saúde, organismos internacionais, instituições aliadas e setor acadêmico.

Fortalecimento do diagnóstico oportuno

Foi desenvolvida uma Rede de Laboratórios que acompanha os países na melhoria de suas capacidades diagnósticas, promovendo a descentralização, o fortalecimento da biologia molecular e a harmonização progressiva de critérios técnicos. Este trabalho permite avançar para diagnósticos mais oportunos, comparáveis e adaptados à diversidade epidemiológica da região.

Implementação territorial e geração de evidências

O início do projeto SafeStart+ no Paraguai representa uma oportunidade para fortalecer capacidades locais, integrar a triagem e o diagnóstico oportuno à atenção primária, e gerar evidências sobre modelos de intervenção que possam ser adaptados e replicados em outros países membros.

Formação regional e comunidade técnica

A Rede Atendendo Chagas se consolida como um espaço de formação, intercâmbio e fortalecimento de capacidades para equipes de saúde da região. Através de cursos, materiais e recursos técnicos, contribui para melhorar o diagnóstico, tratamento e acompanhamento das pessoas com Chagas.

Desde sua formação em 2021, as ações são lideradas pelos Ministérios da Saúde dos nove países.

Atualmente, o Paraguai está a cargo da presidência e a Fundação Mundo Sano desempenha o papel de Unidade Técnica.

Comissão consultiva

Subcomissão de Organismos Multilaterais

Organização Mundial da Saúde (OMS).
Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Subcomissão técnica

Drugs for Neglected Diseases Initiative, Instituto de Saúde Global de Barcelona, Coalizão Chagas, Instituto Nacional de Parasitologia “Dr. Mario Fatala Chaben”, ANLIS Malbrán e Centro para o Desenvolvimento de Investigação Científica.

Em linha com a estratégia ETMI Plus da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), promove-se a coordenação intersetorial com instituições e parceiros de referência para fortalecer a capacidade dos sistemas de saúde na prevenção, diagnóstico oportuno, tratamento e acompanhamento da doença de Chagas.